Durante o jogo base, esferas de joia coloridas — azul, verde, amarela, roxa e vermelha — podem cair em qualquer posição do grid 6×5 a qualquer momento. Cada uma carrega um valor fixo dentro de uma sequência pré-definida: 2x, 3x, 5x, 10x, 15x, 25x, 50x, 100x, 250x ou 500x. As cores são puramente estéticas; não existe correlação entre a cor da joia e o valor do multiplicador. Uma esfera azul pode tanto trazer 2x quanto 500x — o que importa é o número que aparece nela.
O ponto que confunde muita gente é o momento de aplicação. Os multiplicadores não somam individualmente a cada vitória isolada. Em vez disso, quando a sequência de Tumble termina (ou seja, quando não formam mais clusters vencedores), todos os multiplicadores visíveis no grid são somados em um único valor, e esse total é aplicado sobre o ganho acumulado de toda a sequência. Exemplo prático: se durante uma cadeia de tumbles você ganhou R$ 20 no total e há duas esferas na tela — uma de 5x e outra de 10x — a conta é R$ 20 × (5 + 10) = R$ 300. Isso diferencia Gates of Olympus de slots mais antigas, onde o multiplicador valia apenas para a linha ou o cluster específico.
A rodada de free spins — acionada com 4 ou mais símbolos scatter do Zeus — é onde essa mecânica atinge o teto real. Durante os 15 giros grátis, cada multiplicador que aparece na tela é adicionado a um total persistente exibido acima do grid. Esse total se aplica a cada nova vitória pelo restante da rodada. Uma sessão que acumula, digamos, 45x em multiplicadores antes de um cluster grande no décimo segundo giro transforma o que seria um ganho medíocre em algo materialmente diferente. É por isso que o ganho máximo da slot é de 5.000x a aposta e não os 500x de uma esfera isolada — o teto vem do acúmulo, não de um único símbolo raro.